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	<title>Cão Mania &#187; leitura</title>
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	<description>O espaço do seu cão no quintal global</description>
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		<title>Astral e animais</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Stancato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Walcyr Carrasco &#124; 24/02/2010 Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-139" title="astral-animais" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2010/03/astral-animais.jpg" alt="astral-animais" width="420" height="280" /></p>
<p>Por Walcyr Carrasco | 24/02/2010</p>
<p>Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma perna, estendo o braço, me contorço.<span id="more-138"></span> E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, “gatos já nascem mestres de ioga”, mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para vi sitas nem deixa ninguém pegá-lo. É como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pernas. É um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito “dada”, como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: “Estou tomando conta de você!”. Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.</p>
<p>Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. “Bom trabalho!”, parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?</p>
<p>Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que “sabe” quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me “mostrar” alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas. Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!</p>
<p>Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:</p>
<p>— Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2153/astral-animais" target="_blank">Crônicas Veja São Paulo</a></p>
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		<title>Nós e nossos cães</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 15:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Stancato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os depoimentos de &#8220;Nós e Nossos Cães: 50 Pessoas Contam Como os Cachorros Mudaram suas Vidas&#8221;, de Cacau Hygino, revelam como os cães ajudam a reduzir os sentimentos de depressão, solidão e ansiedade, contribuindo para melhorar a qualidade de vida do ser humano. O lançamento reúne histórias de famosos e anônimos que contam como os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="livro-nos-e-nossos-caes" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2008/08/livro-nos-e-nossos-caes.jpg" alt="Livro Nós e Nossos Cães" width="180" height="180" align="left" />Os depoimentos de &#8220;Nós e Nossos Cães: 50 Pessoas Contam Como os Cachorros Mudaram suas Vidas&#8221;, de Cacau Hygino, revelam como os cães ajudam a reduzir os sentimentos de depressão, solidão e ansiedade, contribuindo para melhorar a qualidade de vida do ser humano.</p>
<p>O <a title="Nós e Nossos Cães" href="http://www.submarino.com/books_productdetails.asp?Query=&amp;ProdTypeId=1&amp;CatId=14412&amp;PrevCatId=11662&amp;ProdId=21247012&amp;ST=CM14412&amp;franq=261846" target="_blank">lançamento</a> reúne histórias de famosos e anônimos que contam como os cachorros entraram em suas vidas e se tornaram seus companheiros inseparáveis. São os mais diversos relatos em que os donos compartilham com os leitores o sentimento e o apego emocional que têm por seus animais, as características e peculiaridades de seus cães e como eles transformaram suas vidas.</p>
<p>A <a title="Nós e Nossos Cães" href="http://www.submarino.com/books_productdetails.asp?Query=&amp;ProdTypeId=1&amp;CatId=14412&amp;PrevCatId=11662&amp;ProdId=21247012&amp;ST=CM14412&amp;franq=261846" target="_blank">publicação</a> apresenta pessoas de diversos ramos de atividades e animais de diferentes raças, além de vira-latas. A obra tem espaço para histórias engraçadas, curiosas e emocionantes. Todos os depoimentos são acompanhados de fotos dos donos com seus animais, especialmente feitas por Vera Donato para o livro.</p>
<p><a title="Nós e Nossos Cães" href="http://www.submarino.com/books_productdetails.asp?Query=&amp;ProdTypeId=1&amp;CatId=14412&amp;PrevCatId=11662&amp;ProdId=21247012&amp;ST=CM14412&amp;franq=261846" target="_blank">Comprar</a> este livro.</p>
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		<title>Sorte pra cachorro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 20:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Stancato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lendo uma matéria sobre cães abandonados (Metrópole 20/04) me deparei com algumas coisas que não dá pra acreditar, tamanha crueldade humana. Como podem serem chamados de humanos, seres que maltratam, se não matam, animais que a princípio foram acolhidos como &#8220;melhor amigo&#8221;. O pior foi esse relato de uma mulher na matéria: &#8220;Já vi cães [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="juju" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2008/05/juju1.jpg" alt="juju" width="210" height="176" align="left" />Lendo uma matéria sobre cães abandonados (Metrópole 20/04) me deparei com algumas coisas que não dá pra acreditar, tamanha crueldade humana. Como podem serem chamados de humanos, seres que maltratam, se não matam, animais que a princípio foram acolhidos como &#8220;melhor amigo&#8221;. O pior foi esse relato de uma mulher na matéria: &#8220;Já vi cães com marcas de água quente no corpo, sem orelha, com olho furado e até um com um pedaço de madeira enfiado da garganta até a coluna.&#8221;</p>
<p>Por um outro lado, o lado do bem, existem as ONGs e também as pessoas que vêem em um cachorro abandonado o futuro companheiro do lar. Você pode conferir as histórias e informações sobre as ONGs de Campinas logo abaixo.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
<p><em>Publicada em 20/4/2008<br />
Rodrigo Maia<br />
rodrigom@rac.com.br<br />
Revista Metropole </em></p>
<p><strong>Sorte pra cachorro </strong></p>
<p>Da rua ao sofá: cães abandonados tornam-se vira-latas de luxo quando encontram pessoas dispostas a ter um amigo fiel</p>
<p>Juju, Nitita, Nhonhoca e Kiti tiraram a sorte grande. Como elas, outros cães, igualmente afortunados, escaparam de padecer abandonados nas ruas. Boa parte desses animais é resgatada por organizações não-governamentais (ONGs) envolvidas no trabalho de proteger e encontrar lares para eles. A posse responsável é um dos pontos defendidos por voluntários desses grupos, assim como a necessidade da castração de machos e fêmeas, para evitar que os animais se proliferem. Em Campinas, há três ONGs reconhecidas pela Prefeitura. Na região, em cidades como Valinhos e Itatiba, várias ações também têm demonstrado resultados positivos. Há ainda um sem-número de pessoas que ao adotar esses cães sem donos descobrem o verdadeiro sentido de palavras como &#8220;fidelidade&#8221; , &#8220;companhia&#8221; e &#8220;amor incondicional&#8221; .</p>
<p>Basta olhar para um cachorro necessitado de ajuda para a corretora de imóveis Maria de Fátima Pressatto partir em socorro. Foi assim que Juju, uma cadela vira-lata que apareceu toda estropiada em seu local de trabalho, escapou de viver nas ruas, correndo o risco de contrair doenças &#8211; algumas incuráveis &#8211; e de procriar a cada seis meses.</p>
<p>Hoje, Juju mora na casa de Maria de Fátima. Nunca foi adestrada, mas obedece a todos os comandos da dona. A fidelidade é justa. Quando ainda &#8220;morava&#8221; em frente à imobiliária recebia da corretora carinho e ração, inclusive aos feriados. &#8220;Fazia questão de comparecer todos os dias para alimentá-la&#8221; , lembra.</p>
<p>Para Maria de Fátima, os cachorros devem atender aos comandos do dono por amor, não por medo. &#8220;O carinho é fundamental nessa relação. Tenho a impressão de que cães adotados são mais amorosos&#8221; , diz. Vindo de quem vem, a constatação merece crédito. Em 30 anos dedicados a ajudar cães e gatos abandonados, a corretora afirma ter socorrido mais de uma centena de &#8220;sem-teto&#8221; .</p>
<p>Uma vez na nova casa, os animais, antes alvos de maus-tratos, ganham o céu. A &#8220;milionária&#8221; Juju é tratada a pão-de-ló. No Verão, toma banho morno toda semana. No Inverno, a higienização completa é feita a cada 15 dias. O cardápio também é especial. Maria de Fátima faz questão de alternar carne vermelha e de frango, pois a cachorra &#8220;enjoa muito fácil&#8221; do menu. E ela tem outros caprichos. Nos passeios diários, a cachorra carrega a própria guia presa nos dentes.</p>
<p>As visitas ao veterinário também são rotineiras. A corretora não deixa passar nenhum sintoma suspeito e se mantém alerta à presença de carrapatos e vermes. Os efeitos de tantos cuidados são evidentes. Juju tem pêlos brilhantes, dentes saudáveis e olhos vivos. Está vendendo saúde.</p>
<p>Outra afortunada é a cadela Kiti. Sua sorte mudou quando vagava numa rua próxima a um pet shop. Por lá, passava a economista Helenise Mota. Foi amor à primeira vista. No mesmo dia, Kiti, ainda filhote, conquistou moradia fixa e um novo &#8220;amigo&#8221; : o boxer Gigi. A cachorra recebeu todos os cuidados necessários: castração, vacinas, vermífugos etc. Hoje, só vai ao veterinário quando apresenta algum sintoma diferente e para receber as doses de reforço das vacinas. &#8220;Muito levada&#8221; , segundo a dona, a cachorra destrói tudo o que vê pela frente. A última peripécia foi comer a carteira de trabalho da economista. &#8220;Apesar de atentada, é muito linda e amorosa&#8221; , derrete-se.</p>
<p><strong>Progressão geométrica</strong></p>
<p>Uma cadela tem cinco filhotes, sendo três machos e duas fêmeas. Após seis meses, todas as fêmeas, inclusive a mãe, dão cria ao mesmo número de filhotes machos e fêmeas. Se esse ciclo se repete a cada seis meses, quantos cachorros serão ao longo de dois anos? O problema foi resolvido numa progressão geométrica de razão três, por Claudio Jorge, professor de matemática da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).</p>
<p>Eis a resolução: na primeira leva são cinco cães. Na segunda, 15, sendo seis fêmeas. Na terceira gestação, são nove fêmeas. Ao todo, ao longo de dois anos, são quatro gestações, resultando em 605 animais. Somando a mãe, são 606 cães precisando de casa.</p>
<p>Para evitar a proliferação de cães, a castração é o ato mais simples e eficaz.</p>
<p><strong>Mudança de vida</strong></p>
<p>Mineira de Altinópolis, a psicóloga Giany Agege Marques Silva foi surpreendida por uma cena que jamais esquece. Um caminhoneiro, que passava próximo a um supermercado, atirou três cães para fora do veículo. Dois fugiram e uma foi atropelada. Giany socorreu a cadela e a levou ao veterinário.</p>
<p>Batizada de Nitita, ela se recuperou bem, mas o ferimento em uma das patas agravou-se. Depois de um ano de tratamento e consultas a vários especialistas, Giany acatou a opinião dos veterinários: autorizou a amputação da pata dianteira esquerda. Foi uma boa medida. &#8220;Logo após a cirurgia, Nitita já saiu andando&#8221; , lembra.</p>
<p>A presença de Nitita tem um significado especial para Giany. A psicóloga, que já pensava em se mudar de Campinas, passou a ver a cidade de outra maneira. Nos passeios diários com a cachorra, encontrou um novo círculo social. &#8220;Fiz muitas amizades graças a ela. Consegui até um emprego numa dessas conversas informais na praça&#8221; , diz.</p>
<p>No início do ano passado, Nitita surpreendeu novamente. Numa volta pelo Centro de Convivência Cultural, a cadela, que estava com a chamada gravidez psicológica, adotou e amamentou três filhotes de gato abandonados na praça. Giany doou dois e ficou com o terceiro, chamado de Praga. Hoje, Nitita e Praga são inseparáveis. Também em 2007, Giany trouxe de Alpinópolis, a cadela Nhonhoca, adotada cinco anos antes. &#8220;No início, as duas se estranharam bastante. Agora, não se largam.&#8221;</p>
<p>Para Giany, o ser humano tem muito a aprender com os animais. &#8220;Eles nos ensinam coisas importantes como amor, humildade e altruísmo. Os animais nos trazem felicidade&#8221; , afirma.</p>
<p>Maria de Fátima Pressatto, amiga de Giany, conta que presenciou as mais diversas atrocidades cometidas contra os cachorros que vivem nas ruas. &#8220;Já vi cães com marcas de água quente no corpo, sem orelha, com olho furado e até um com um pedaço de madeira enfiado da garganta até a coluna.&#8221;</p>
<p><strong>Castração</strong></p>
<p>A veterinária Hanako Nancy Momma explica que a castração é um procedimento simples, tanto em machos quanto em fêmeas. Os cães podem ser<br />
castrados a partir dos seis meses. Nos cachorros machos, depois da anestesia, é feito um corte pré-escrotal e os testículos são retirados. O procedimento é o mesmo para gatos. O tempo de duração da cirurgia é de aproximadamente<br />
meia hora.</p>
<p>Há algumas vantagens na castração dos animais. A veterinária enumera: previne tumor em testículos, próstata e perianais; evita a marcação de territórios com urina; evita brigas e disputas por fêmeas.</p>
<p>Nas fêmeas, a castração deve ser feita antes do primeiro cio. Após a anestesia, são retirados os ovários e o útero. A intervenção demora em torno de uma hora e o pós-operatório requer cuidados com medicação para dor.</p>
<p>Prevenção de doenças como o carcinoma mamário (câncer de mama) é uma das vantagens. A cirurgia evita ainda a gravidez indesejada e a proliferação descontrolada.</p>
<p><strong>Posse responsável</strong></p>
<p>Antes de adotar um cão, é preciso lembrar que o animal gera gastos, requer tempo e atenção do dono e pode viver por mais de dezeanos. &#8220;Animal é ser vivo. Não é um brinquedo que se guarda no armário, quando se cansa dele&#8221; , reforça a veterinária Hanako Nancy Momma.</p>
<p>O porte do cachorro a ser adotado é um ponto importante. Para apartamentos e casas com pouco espaço, o ideal são cães pequenos. A consulta a um veterinário é determinante para se saber a real situação do animal. Ectoparasitas (pulgas e carrapatos) devem ser combatidas e eliminadas. A vacinação depende da idade do cachorro.</p>
<p>Os custos começam com vacinas e vermífugos. É preciso providenciar ainda um local para o animal dormir, assim como potes de comida e de água. O preço da ração também deve ser colocado na ponta do lápis, pois tem impacto no orçamento mensal.</p>
<p>Para despesas eventuais, é aconselhável manter uma reserva financeira. Assim como os humanos, os bichos não escolhem datas para adoecer. Depois da adoção, é essencial que o dono dispense parte de seu tempo para o animal. Ele necessita de carinho e precisa de passeios diários.</p>
<p>Na hipótese de o dono necessitar se desfazer do animal, a recomendação da veterinária é para que se procure uma ONG ou uma associação que possa ajudar numa nova adoção. &#8220;Jamais o abandone na rua&#8221; , reforça Hanako.</p>
<p><strong>Doenças comuns</strong></p>
<p>Entre as doenças mais comuns nos cães está a raiva. Transmitida por saliva ou mordida, pode ser fatal. A leptospirose, adquirida na contaminação pela urina de rato, tem cura, mas precisa ser diagnosticada rapidamente. Além disso, pode ser transmitida aos seres humanos, da mesma forma que fungos e sarna.</p>
<p><strong>Colabore</strong></p>
<p><strong>UNIÃO PROTETORA DOS ANIMAIS (UPA)</strong></p>
<p>Organização não-governamental voltada ao resgate, à proteção e à doação de animais, que estão nos Centros de Controle de Zoonoses. No primeiro ano de existência, a UPA conseguiu suspender o uso da câmara de gás para sacrificar animais, doar aproximadamente três mil, castrar outros dois mil e proibir o envio de bichos como cobaias em universidades. As cadelas castradas saem da entidade com a palavra &#8220;castrada&#8221; tatuada na barriga. Isso evita que o animal entre novamente em processo de castração.</p>
<p>A UPA aceita doações de objetos que não serão mais utilizados por proprietários de cães e gatos, como remédios, cobertas, xampu, roupas, comedouros, guias, coleiras, casinhas, rações e escovas.</p>
<p>Todo segundo sábado do mês, a entidade realiza reuniões de voluntários no Gordão Lanches da Norte-Sul (sentido Taquaral), às 14h. A instituição iniciou um programa de identificação de animais com foto digitalizada, coleira com lacre contendo nome e telefone do proprietário e uma tatuagem com duas letras (foto). O serviço custa R$ 10,00.</p>
<p>Colaborações: doações em dinheiro no Banco Itaú, agência 2976, conta 03677-8.<br />
Informações: f. 3295-1772 ou atendimento@upanimais.org.br</p>
<p><strong>ASSOCIAÇÃO AMIGOS DOS ANIMAIS DE CAMPINAS (AAAC)</strong></p>
<p>Atende somente aos casos especiais, que são cães atropelados ou idosos. Cuida de aproximadamente 2 mil cachorros e 550 gatos.</p>
<p>A AAAC aceita doações de rações, medicamentos, roupas, vasilhas, jornais e produtos de limpeza. Quem preferir, pode deixar ração paga em algum pet shop. Para angariar fundos, a associação realiza bingos beneficentes, rifas, bazares e eventos.</p>
<p>Colaborações: doações em dinheiro no Bradesco, agência 2118-0 C, poupança 25.505-0; Itaú, agência 2964, conta 20.470-1; e Real, agência 0644, conta 9.722.570.</p>
<p>Informações: f. 3276-2244 ou aaac@aaac.org.br</p>
<p><strong>INSTITUTO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA ANIMAL (IVVA)</strong></p>
<p>O IVVA é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que realiza ações em prol de animais abandonados. Recolhe gatos e cachorros das ruas, adultos e filhotes, vítimas de maus-tratos ou mesmo em estado normal. Os animais aguardam doações em lares temporários. Nesse período, são vacinados e vermifugados. As fêmeas adultas são doadas já castradas. Antes de entregar para doação, o IVVA realiza uma entrevista com o provável dono do bichinho.</p>
<p>Colaborações: para fazer doações, é necessário enviar um e-mail para tesouraria@ivva-campinas.org.br</p>
<p><strong>ABRIGO PITUKINHA</strong></p>
<p>Canil construído pela administradora de empresas aposentada, Roselvira Passini, em Itatiba. Ela recolhe e castra cachorros de rua. Atualmente, abriga 68 cães, sendo 22 destinados a doações. Os outros 46 estão em idade avançada ou com problemas de saúde. Possui sala de cirurgia própria. Todos os finais de semana, Roselvira realiza feira de cães no supermercado Covabra. Por mês, gasta 450 quilos de ração, 100 de arroz e mais 180 de pescoço de frango.</p>
<p>Colaborações: quem quiser doar ração, medicamentos ou acessórios para os cães, deve entrar em contato com a proprietária, pelo telefone (11) 4538-1392.</p>
<p><strong>PATA AMIGA</strong></p>
<p>Grupo de proteção fundado há seis anos. O canil fica em uma chácara em Valinhos e os eventos para arrecadação de ração, medicamentos e objetos são realizados em Campinas. Recolhe cachorros em condições especiais, como acidentados, doentes e idosos. Dos 300 cães abrigados, alguns não possuem dentes, outros estão cegos ou em condições de saúde precárias.</p>
<p>Colaborações: para doações, fale com Renato pelo telefone 9112-4321.</p>
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		<title>Marley e Eu: a Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 18:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Stancato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[convivência]]></category>
		<category><![CDATA[labrador]]></category>
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		<description><![CDATA[Marley &#38; Eu toca na veia sentimental de todos os que já tiveram um cão – ou outro bicho de estimação (fonte: Veja) Há mais de quarenta semanas na lista dos mais vendidos de não-ficção do The New York Times – na qual ocupava a primeira colocação na semana passada –, Marley &#38; Eu, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Marley  &amp; Eu</em> toca na veia sentimental de todos  os que já tiveram um cão – ou outro bicho de estimação (fonte: <em>Veja</em>)<br />
</strong></p>
<p><img title="Marley: almofadas destruídas e ouro devorado" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2008/04/marley01.jpg" alt="Marley: almofadas destruídas e ouro devorado" width="300" height="247" align="left" />Há mais de quarenta semanas  na lista dos mais vendidos de não-ficção do <em>The New York  Times </em>– na qual ocupava a primeira colocação na semana  passada –, <strong><em>Marley &amp; Eu</em></strong>, do jornalista americano John Grogan, é um daqueles sucessos  que parecem desafiar toda compreensão. Trata-se de uma crônica da  convivência do autor com seu cachorro trapalhão e hiperativo, o Marley  do título.<br />
<span id="more-73"></span></p>
<p>Em seus 13 anos de vida,  o herói do livro arranhou portas, rasgou almofadas e roubou comida dos  donos. Chegou a engolir uma corrente de ouro de Jenny (que o dedicado marido recuperou,  imagine o leitor como). No entanto, Grogan e Jenny – e, mais tarde, seus  três filhos – se apaixonaram pelo labrador. Há um encanto simplório  mas irresistível nessa amizade. Lá pelo final, o autor tenta extrair  uma &#8220;lição de vida&#8221; de sua relação com Marley. O cão  era capaz de encontrar a máxima felicidade buscando um pedaço de  pau atirado pelo dono – uma prova de que a felicidade estaria nas coisas  simples. Comparação furada: seres humanos não são  criaturas tão simples. Os bichos de estimação talvez tenham  pouco a ensinar aos homens. <em>Marley &amp; Eu </em>demonstra sobejamente, isso  sim, que eles têm muito a dar.</p>
<p><strong>SINOPSE</strong></p>
<blockquote><p>A história amorosa e inesquecível de uma família em formação e o maravilhoso e neurótico cão que lhes ensinou o que realmente importa na vida.</p>
<p><img title="Livro Marley e Eu" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2008/04/marley02.gif" alt="Livro Marley e Eu" width="135" height="195" align="right" />John e Jenny haviam acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa e nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse “dom” no DNA, justamente porque matara uma planta por excesso de cuidado: afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; só depois têm uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado á mãe, porém suas “preces” não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma.</p>
<p>Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos, e comia praticemente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram &#8211; Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora.</p>
<p><img title="John Grogan e sua nova cachorra, Gracie: amizade incondicional" src="http://caomania.com.br/wp-content/uploads/2008/04/marley03.jpg" alt="John Grogan e sua nova cachorra, Gracie: amizade incondicional" width="185" height="234" align="left" />Mas, acima de tudo, o coração de Marley era puro. Da mesma forma que ele recusava alegremente qualquer limite ao seu comporamento, seu amor e lealdade também eram ilimitados. Marley repartia o contentamento do casal em sua primeira gravidez e sua decepção quando sobreveio o aborto. Ele estava lá quando os bebês finalmente chegaram e quando os gritos de uma adolescente de dezessete anos cortaram a noite ao ser esfaqueada. Marley “fechou” uma praia pública e conseguiu arranjar um papel num filme de longa-metragem, sempre conquistando corações ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras.</p></blockquote>
<ul id="ul_ossinho">
<li><a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/300806/trecho_marley.html" target="_blank">Ler trechos do livro (Veja)</a></li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1662489&amp;ST=SR&amp;franq=261846" target="_blank">Comprar livro</a></li>
</ul>
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